Enviado em 20 de Julho de 2009
Publicado por Studio Seasons
Sim, aviso importante: tablet não é santo milagreiro.
Resolvi postar isso depois de ver a quantidade enorme de pessoas que acreditam que tendo uma tablet na mão, conquistarão o universo da arte. How,how,how…
Aliás, devo ressaltar que esse é um mal que se estende no mundo digital como um “mito”: o de que os programas fazem tudo, que com eles, o problema se resolve.
A coisa não é bem assim…
O fato é: programas gráficos e seus acessórios, como no caso da tablet, ajudam a dinamizar um trabalho, mas não são muletas para se ter talento ou criatividade.
O artista em si, já deve possuir esses atributos na sua bagagem, pois se não sabe desenhar, pintar ou criar, não será o programa que fará isso.
A tablet é apenas uma “caneta digital” e quem faz a arte é a “mão” do artista, não a caneta. Além do mais, muita gente nem sabe que a tablet é projetada para ter diversos tipos de resolução. Essa resolução é que controla a sensibilidade da pressão da caneta e sua conseqüente precisão no uso. Portanto não é bom imaginar que ela tem a sensibilidade de um lápis – ele, por mais rústico que seja, capta nossos mais ínfimos movimentos; a maioria das tablet’s, não.
De qualquer modo, desenhar, fazer tinta, pintar são habilidades que o artista deve possuir, pois a caneta digital não sabe fazer nada sozinha – ela apenas faz o que nós fazemos, reproduz seu comandos, seja em movimentos, seja em ações de um programa – ela é um simpático “papagaio de pirata digital” ^_____^
Mas é claro que, mesmo para os experientes, mexer com uma tablet exige algum treino até você se acostumar com o manuseio e a noção espacial de sua tela avulsa, como quando a gente pega um mouse pela primeira vez.
A combinação da habilidade do artista com a precisão da tablet adequada e o uso correto das ferramentas dos programas, estes sim, fazem com que o trabalho seja potencializado e tenha seu tempo otimizado.
Máquinas não fazem milagres. O homem é que os faz com seu talento, afinal.
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Enviado em 20 de Julho de 2009
Publicado por Studio Seasons
Oficina de HQ
Todas as quintas-feiras
Para jovens a partir de 12 anos.
Local: salão multiuso ao lado da biblioteca Portuguesinha. Avenida Jósé Lourenço Neves, sem número - Bom Clima - Guarulhos / SP
Início : 23/07/09
Horário: 13:00 hs às 15:00 hs
Arte-educardor: Rodrigo Motta.
Informações pelo telefone da biblioteca:
(0xx11)2229-5639
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Enviado em 15 de Junho de 2009
Publicado por Studio Seasons
A segunda oficina de mangá da Biblioteca Portuguesinha, ministrada por Montserrat, a coordenadora do Studio Seasons, ocorrerá nos dias 15, 22 e 29 de Agosto das 09 às 12:00. O curso é gratuito e abordará roteiro, diagramação e produção de páginas de mangá. Serão 20 vagas disponíveis e as inscrições serão feitas de 4 a 14 de Agosto, no local. Para fazer as aulas é necessário ter mais de 12 anos e noções de desenho. Para outras informações basta ligar na biblioteca no número (0xx11)2229.5639. A biblioteca fica na Av. José Lourenço Neves, s/número, dentro do parque Onofre Miranda - Bom Clima - Guarulhos.
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Enviado em 4 de Abril de 2009
Publicado por Studio Seasons
Nesta série, a dupla Koike e Kojima - criadores de Lobo Solitário e Yuki, entres outros títulos – contam diversos episódios da vida de Yoshitsugu Asaemon Yamada III, um dos executores da prisão de Edo, cuja família serviu nessa função por diversas gerações.
O traço é característico das obras posteriores executadas por eles, seguindo, de modo impecável, o conteúdo histórico deste trabalho e dando o tom sério do mesmo. O desenho tem forte estilo classicista e a arte-final possui uma grande utilização de pincel.
Além de usar o recurso de uma personagem histórica, Samurai Executor conta com uma boa pesquisa e uma ambientação bem feita (embora possam se encontrar alguns escorregões nas vestimentas). A narrativa mostra com muito equilíbrio a concepção budista de “transitoriedade das coisas e da vida” numa linguagem bem compreensível e, ao mesmo tempo, zen.
De qualquer forma, é uma leitura obrigatória para aqueles que desejam aventurar-se no gênero histórico/Japão Feudal e, assim, poder avaliar o tanto que é necessário se pesquisar para produzir um texto que reúna conteúdo e bom entretenimento.

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Enviado em 4 de Abril de 2009
Publicado por Studio Seasons
Inspirado na história real dos irmãos Sophie e Hans Scholl, que lutaram contra o regime nazista durante a Segunda Guerra Mundial, este oneshot conta a vida de Ellen e seu irmão Max nesse conturbado período da história da Alemanha.
A suavidade do traço de Keiko Ichiguchi, com seu estilo que foi bem peculiar nos anos noventa, pode não ser do gosto de todos, mas o cuidado com a reconstituição histórica e a similaridade com as personagens reais, nos quais foram inspirados, é muito bem feita. Os questionamentos das personagens são bons o suficiente para conduzir a trama da história e passar, àqueles que nunca tiveram contato com esses acontecimentos históricos, uma idéia do que acontecia na cabeça dos alemães do ponto de vista “do outro lado da guerra”.
Por se tratar de um volume único, não encontraremos um aprofundamento maior da história, mas vale a pena, não apenas como leitura introdutória desse tipo de tema para as pessoas, mas também como exemplo de que mesmo em um oneshot pode-se contar histórias importantes e… verdadeiras.

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Enviado em 31 de Março de 2009
Publicado por Studio Seasons
1. Para os que desejam fazer letreiramento a mão, pois não dispõe de um computador para tal ( essa é para a turma do fanzine também ^___^) a dica é preparar uma folha de linhas guias. É simples: faça linhas de 5 mm de distância uma da outra, em seguida puxe linhas de 1 mm em cima e em baixo – esses são os espaços entre as linhas. Assim você terá linhas de 3mm com distância de 2mm de uma para a outra. Com esse modelo fixo, coloque-o por trás da página e você terá uma base para escrever nos balões sem que o texto fique torto ou com tamanho irregular;
2. Preservar o guache profissional é simples: coloque algumas gotas de água no pote. Isso manterá sempre seu estado pastoso;
3. Para limpar canetas técnicas (recarregáveis) use água com algumas gotas de detergente lava-louça. Lave todas as peças com cuidado em água corrente ( com uma tampa na cuba! Não queremos perder nada, não é?) e depois deixe de molho por 12 horas num copo com água e lava-louças. Em seguida é só secar com papel absorvente, inclusive o interior das peças! Senão seu nanquim sairá aguado;
4. Pode-se fazer bons efeitos com tinta branca, branquinho e uma escovinha de dentes. Basta molhá-la na tinta e espirrar a mesma pressionando as cerdas contra um palito ( pode ser do tipo palito de picolé) na direção do papel. È bom para fazer estrelas, mas cuidado! Treine antes, ok?;
5. Um bom papel para desenhar páginas ou ilustrar em PB é o Ofício 90 gramas. Além de ter mais resistência, suporta melhor a aplicação de tinta com pincel ou fude-pen que um ofício 75 gramas. Use o 75 somente para rascunho, de preferência;
6. O papel é muito sensível há uma série de fatores como o toque humano, parasitas, umidade e luz excessivas, por isso, preserve-o sempre num lugar seco e limpo. Não o guarde com outros objetos que possam estar embolorados ou com algum tipo de parasita, como livros muito velhos. Também não o deixe exposto ao Sol ou a luz de lâmpadas, continuamente.
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Enviado em 31 de Março de 2009
Publicado por Studio Seasons
1. Depois que um desenho é feito, o passo seguinte é a arte-final. Ela é sempre feita de cima para baixo e da esquerda para a direita, num movimento diagonal assim: \ .Desse modo, você evitará borrões desagradáveis. Como no caso das “mãos suadas” é bom ter sempre papel absorvente para apoiar o punho e não borrar a tinta;
2. Quando usar réguas, procure verificar se não ficaram resíduos de tinta nela, pois podem marcar o papel e provocar acidentes;
3. Mesmo que você limpe possíveis borrões no computador, ter disciplina e trabalhar com limpeza são requisitos muito úteis para um profissional;
4. Ao terminar de fazer a arte, em seguida é preciso retirar o excesso de grafite que ficou. Para isso use uma borracha branca e limpa, e proceda à limpeza no mesmo sentido que fez a arte. (Cuidado! Não apague onde a tinta ainda está fresca para não produzir borrões). Faça movimentos leves para que não haja dano ao trabalho e retire a borra com uma escovinha. Nos cantos sempre limpe com movimentos de dentro para fora e não de vaivém, senão amassará o papel;
5. Se sua borracha estiver suja, limpe-a usando uma lixa de unha e retire a sujeira dela esfregando-a até sair tudo;
6. O material usado para arte-final pode variar muito. Podem ser usadas canetas descartáveis de boa qualidade e diversas numerações ( 0.05 / 0.1 / 0.3 / etc…), canetas recarregáveis - técnicas ( 0.1 / 0.2 / 0.3 / etc…) que devem ser limpas com freqüência, bicos de pena, fude-pen ( canetas-pincel japonesas. Existem das descartáveis e das recarregáveis) ou pincéis. A escolha do material dependerá muito do tipo de arte de cada artista;
7. Indispensáveis também são as réguas, compasso, curvas francesas, esquadros e gabaritos de esferas ou elipses. Para quem desenha profissionalmente, são muito úteis.
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Enviado em 31 de Março de 2009
Publicado por Studio Seasons
1. Antes de fazer qualquer desenho é importante que desenhista faça um esboço para poder planejar bem o que deseja fazer: qual a posição das personagens, sua composição de cena é o espaço físico que irá ocupar;
2. Depois de feito um esboço, você pode construir o desenho e passá-lo no papel definitivo da arte à mão ou através de uma mesa de luz. Coloque o desenho esboçado sob o papel definitivo e o reproduza para depois executar a arte-final;
3. Passar um esboço para um papel definitivo pode ser feito sem mesa de luz se a imagem puder ser vista através do papel que está em cima. A mesa de luz pode ser adquirida em boas lojas de pintura ou improvisada com um tampo de vidro com bordas protegidas com fita crepe, colocado apoiado, em inclinação, sobre alguns livros e com uma lâmpada posicionada atrás dele. Para que o foco de luz não incida diretamente sobre sua vista, coloque uma folha de seda branca ou papel vegetal enquanto trabalha na mesa;
4. Da mesma maneira que fazemos esboços para construir ilustrações, planejamos a confecção de páginas através de um story-board que é um rascunho da diagramação feita para se produzir páginas. Quando formos construir a página em si, de posse do story-board, faremos as marcações de enquadramento já pré-definidas, além das margens de segurança que já devem ter sido estipuladas e marcadas no papel;
5. O procedimento para desenhar uma página pode ser igual ao da confecção de uma ilustração, esboçando-se e depois passando as imagens em definitivo para o definitivo com o auxílio, ou não, de uma mesa de luz;
6. Para cenários muito detalhados que serão colocados em alguns quadros menores, o ideal é desenhá-los a parte e depois reproduzi-los ou inseri-los por computador no espaço que ocupará em questão, fazendo reduções de tamanho, caso seja necessário;
7. Ter mãos suadas pode ser um problema. Nesse caso o desenhista deve ter as mãos sempre limpas e usar papel absorvente, tanto para limpá-las como para colocar sobre o desenho a fim de que este não umedeça com o calor das mesmas.
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Enviado em 12 de Março de 2009
Publicado por Studio Seasons
Já está disponível no site do HQ e Cia a entrevista que demos lá.
Para quem quiser assistir o link é:
http://www.hqcia.com/alltv/studio_season/
Abraços a todos!
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Enviado em 2 de Março de 2009
Publicado por Montserrat
Amanhã, dia 3, começam as inscrições para a oficina de mangá que se realizará em Guarulhos, na Biblioteca Portuguesinha. São dez vagas e os interessados devem fazer as inscrições no local até o dia 13 de Março, apresentando seu RG, pois a idade mínima é doze anos. Serão três aulas nos dias 14, 21 e 28 de Março, das 14 às 17:00Hs. Este primeiro ciclo abordará anatomia, depois planejamos outros cursos, todos gratuitos. ^____^
O endereço da biblioteca é Rua José Lourenço Neves, s/ número, no Bom Clima. Fica dentro do parque Onofre Miranda.
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